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A arte do preenchimento | Próxima turma 20/11

Preenchimento facial ganha atlas

Dermatologista brasileiro que realiza palestras em todos os continentes, explica as aplicações da técnica, diferenças para homens e mulheres e novidades sobre um dos procedimentos mais procurados para rejuvenescimento.

O preenchimento facial é há alguns anos um dos procedimentos mais procurados – e eficazes – para promover rejuvescimento. Conhecer a fundo a anatomia facial,  as características de padrão masculino e feminino, e entender de beleza e senso estético são diferenciais que ganham o mundo e que projetaram o dermatologista carioca Dr. André Braz nesse segmento. Para compartilhar esse conteúdo já apresentado pelo mundo em palestras, aulas e coordenação científica de eventos de Dermatologia, o médico lançou o Atlas de Anatomia e Preenchimento Global da Face (Editora GEN) que tem 576 páginas e 500 ilustrações que mostram a sua técnica. A obra tem coautoria da médica Thais Sakuma.

Muitos não sabem, mas o preenchimento facial pode servir à prevenção do envelhecimento, desde que haja indicação para isso, como explica o médico. “ A questão do envelhecimento, e vemos muito isso nas mulheres, que sofre uma baixa do hormônio estrogênio a partir dos 35 – 40 anos, gera uma atrofia nos compartimentos do rosto, a pele dá uma retraída. A mulher diz que começou a sentir o peso da idade.  Quando  se instala a menopausa ou até mesmo depois (por volta de 50 anos), quando começa a aparecer o sulco nagiano, bigode  chinês, e outros, é maior ainda essa percepção devido a baixa de hormônio”, explica Dr. André Braz.

Depois dos 60 anos, Braz explica que ocorre uma reabsorção óssea, o crânio desgasta mais e a sensação de perda de volume é ainda maior. “Quando a gente detecta essa perda de volume lá no início, muitas vezes por volta dos 35 anos, já é interessante repor o volume que está perdendo para literalmente não deixar aquela área cair. Não se deixa formar o sulco. Em rosto mais finos percebe-se essa perda de volume mais cedo, é como uma murchadinha no rosto. Previne-se porque há indicação para fazer”, afirma.

Em uma paciente de 25 anos não se pode fazer o procedimento já pensando que ela vai perder lá frente. “Fazemos o procedimento quando já se inicia a perda do volume. Se o médico deseja, por exemplo, refinar o rosto dessa menina de 25 anos porque ela não tem as proporções do rosto bonitas, por exemplo (queixo retrognata), pode-se preencher para  melhorar a harmonia do rosto. Se as medidas do rosto estão mais proporcionais e mais bonitas, eu também estou prevenindo o envelhecimento no futuro, pois a sustentação do rosto dela será melhor. Melhorando o formato e a assimetria , tem-se a sustentação desse rosto. É um trabalho de escultura mesmo e esse paciente vai envelher melhor.Reitero que tem que haver indicação. E eu geralmente gosto de tratar a partir dos 18 anos”, orienta o dermatologista.

Criador da técnica de preenchimento com uso de microcânulas, Dr. André Braz explica que há opções no mercado de preenchedores que são permanentes e não permanentes  (absorvíveis). “Não gosto de usar os permanentes, dependendo do caso há riscos de complicações.  Eu uso os que são a base de ácido hialurônico, substância que temos em nosso corpo.  Eles têm várias apresentações e quanto mais profundo se injeta, mais denso é o ácido hialurônico. Mais superficial, mais leve ele deve ser para não aparecer o produto na pele. São produtos mais seguros e reabsorvidos pelo organismo com o tempo. Com a produção de colágeno, o resultado vai sendo cada vez melhor. O resultado é imediato da aplicação do ácido hialurônico e a duração é longa.  Na minha opinião esse é o grande procedimento para rejuvenescimento do rosto”, explica Dr. André.

É fundamental que o médico que injeta tenha técnica, saiba de anatomia, tenha senso artístico e  visão artística do que é beleza, na opinião do médico. “Não há receita de bolo, esse trabalho é muito personalizado. É também fundamental entender o uso de ácido hialurônico para cada camada da face”, alerta Dr. André.

“O bom preenchimento, ninguém percebe o que foi feito, percebe-se sim que os pacientes estão mais bonitos, mais saudáveis. Esse é o meu conceito de naturalidade no meu trabalho que enfatizo sempre”, finaliza o autor do livro.

Fonte: Portal Rosa Choque

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“Compreender a real expectativa do paciente, ter senso estético aguçado, dominar a técnica do tratamento, usar materiais de maior qualidade, oferecendo segurança, além de investimento em pesquisa e tecnologia”.

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